Category: Comunicação

TML distinguida no Portugal Smart Cities Summit 2026

O produto navegante® Empresas recebeu o prémio Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques na categoria Neutralidade Carbónica e Transição Energética.

Atribuídos anualmente, os Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques têm como objetivo distinguir e premiar os projetos de ecossistemas de inovação e implementação de práticas inteligentes, projetos sustentáveis, eficientes e soluções de inteligência urbana, integrados em seis diferentes categorias.

Na edição de 2026 do Portugal Smart Cities Summit, registaram-se mais de uma centena de candidaturas a estes prémios e o navegante® Empresas foi um dos distinguidos, tendo sido ainda um dos cinco nomeados nas categorias “Mobilidade Sustentável e Inteligente” e “Inclusão Social, Inovação Social e Comunidades Inteligentes”.

Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, recebeu o prémio, entregue por Miguel de Castro Neto, Presidente do Júri e Diretor da Nova Information Managment School, reforçando que este é mais um produto da TML orientado para cumprir o desígnio da empresa: “servir as pessoas”.

Mobilidade inteligente e gestão do espaço público: o futuro das cidades debateu-se nas Smart Cities

A conferência dedicada à mobilidade inteligente e à gestão do espaço público, realizada no âmbito do evento Smart Cities, reuniu alguns dos principais responsáveis institucionais e especialistas do setor para discutir os desafios que as cidades portuguesas enfrentam no presente e nas próximas décadas. Entre os participantes estiveram Carlos Humberto de Carvalho, Gonçalo Reis, Nuno Sousa, Dina Aguiar, Emídio Gomes, José Gomes Mendes e Isabel Barroso de Sousa.

Ao longo do debate ficou clara uma ideia comum: as cidades inteligentes não se constroem apenas com tecnologia, mas sobretudo com uma visão integrada centrada nas pessoas, na qualidade de vida e na eficiência dos sistemas urbanos.

A cidade inteligente como resposta às necessidades das pessoas

Na abertura da discussão, Nuno Sousa destacou que uma cidade inteligente deve ser capaz de gerar “feedback” para os cidadãos e responder de forma dinâmica às suas necessidades. Para o responsável dos TMP, mobilidade e transporte representam, acima de tudo, liberdade.

Segundo afirmou, o objetivo passa por criar cidades mais tecnológicas, mas também mais humanas, onde seja possível trabalhar e viver com maior flexibilidade, garantindo que os sistemas urbanos comunicam eficazmente com quem os utiliza.

A mesma ideia foi reforçada por Dina Aguiar, que alertou para o facto de a tecnologia não poder ser vista como uma solução isolada. Para a administradora da Parques Tejo, a inteligência urbana deve funcionar como um eixo facilitador, articulando três dimensões fundamentais: estacionamento, mobilidade e satisfação do utilizador.

A responsável lembrou ainda que muitas cidades continuam estruturadas com base em modelos urbanos antigos, desenhados para realidades de mobilidade muito diferentes das atuais. Nesse contexto, a gestão e regulação do estacionamento assumem um papel cada vez mais relevante, sobretudo devido aos problemas causados pelo estacionamento indevido e pela pressão sobre o espaço público.

Crescimento da procura exige mais capacidade e integração

Um dos momentos centrais da conferência foi a intervenção de Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML, que sublinhou o forte crescimento da procura por transporte público na Área Metropolitana de Lisboa.

Segundo revelou, atualmente são transportadas cerca de 750 mil pessoas por dia através da Carris Metropolitana, num território que serve uma população próxima dos três milhões de habitantes. O responsável destacou ainda que o sistema não serve apenas os principais eixos urbanos, mas também as periferias, verificando-se um aumento significativo da procura até em horários tradicionalmente menos utilizados, como as linhas das quatro e cinco da manhã.

Carlos Humberto defendeu que muitos dos desafios atuais da mobilidade não podem ser resolvidos apenas pelos operadores rodoviários. Na sua perspetiva, será essencial reforçar os transportes pesados, aumentar corredores BUS, implementar semáforos prioritários e apostar fortemente em dados em tempo real. A curto prazo, a ambição passa por disponibilizar informação em tempo real em todos os sistemas de transporte.

O presidente da TML alertou ainda para um problema estrutural: a ausência de uma visão verdadeiramente integrada entre os diferentes municípios da Área Metropolitana de Lisboa. “Temos 18 poderes locais na AML”, recordou, defendendo uma maior articulação institucional para melhorar a integração entre os sistemas de mobilidade de Lisboa e Porto.

Transporte público, sustentabilidade e ordenamento urbano

Gonçalo Reis, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, reforçou a importância de garantir uma oferta de transporte público organizada e eficiente, capaz de incentivar a transferência do automóvel individual para os modos coletivos.

Nesse sentido, destacou os investimentos em curso na Carris para aumentar a frequência e a capacidade da rede, bem como o desenvolvimento dos parques navegante® em parceria com a TML, que deverão disponibilizar cerca de 1700 lugares de estacionamento em parques indutores associados ao transporte coletivo.

O autarca sublinhou também que a gestão municipal não pode limitar-se apenas aos transportes públicos tradicionais. Outros modos de mobilidade, como os tuk-tuk, exigem igualmente regulamentação e organização para evitar impactos negativos no espaço urbano.

A transição climática foi outro dos temas abordados. Gonçalo Reis referiu o compromisso de Lisboa em atingir, até 2029, uma utilização de 90% de energias limpas nos sistemas de mobilidade.

No entanto, alertou igualmente para os desafios financeiros associados à política de gratuitidade nos transportes públicos. Embora reconheça os benefícios sociais da medida, defendeu que a sustentabilidade económica do sistema é essencial para garantir investimento contínuo e melhoria da qualidade do serviço.

O debate sobre a gratuitidade dos transportes

A questão da gratuitidade dos transportes públicos gerou algumas das posições mais divergentes da conferência.

Nuno Sousa mostrou-se favorável a modelos de gratuitidade universal, defendendo que existe atualmente uma enorme falta de planeamento urbano e de mobilidade.

Já Dina Aguiar apresentou uma visão mais prudente, considerando que o preço do passe não é necessariamente o principal fator de afastamento do transporte público. Na sua opinião, os utilizadores valorizam sobretudo variáveis como comodidade, previsibilidade e fiabilidade do serviço. Acrescentou ainda que existe frequentemente uma tendência para desvalorizar aquilo que é gratuito.

Também José Gomes Mendes criticou fortemente os modelos de gratuitidade generalizada, classificando-os como um potencial obstáculo à melhoria da qualidade do serviço, por reduzirem capacidade de investimento.

A cidade tridimensional e o futuro da mobilidade

Uma das intervenções mais disruptivas foi protagonizada por José Gomes Mendes, que apresentou uma reflexão sobre os novos paradigmas da gestão urbana e da mobilidade.

O responsável destacou que a mobilidade possui simultaneamente externalidades positivas — ao aproximar pessoas e atividades — e negativas, devido à pressão que gera sobre o espaço urbano.

Numa visão prospetiva, defendeu que o futuro poderá passar pela utilização do espaço aéreo urbano como nova camada de mobilidade. Segundo afirmou, a gestão dos fluxos urbanos tenderá a evoluir para um modelo tridimensional, com diferentes níveis de utilização aérea destinados a emergência médica, vigilância e proteção de infraestruturas, bem como sistemas de delivery autónomo.

José Gomes Mendes considerou que esta “cidade tridimensional” poderá tornar-se realidade nas próximas décadas, permitindo expandir a mobilidade sem aumentar a pressão sobre o solo urbano.

Habitação e reabilitação urbana também entram na equação

A conferência abordou igualmente a relação entre mobilidade, habitação e desenvolvimento urbano.

Isabel Barroso de Sousa destacou a dimensão do problema habitacional e a necessidade de colocar no mercado o maior número possível de imóveis reabilitados. Referiu ainda a promulgação da Lei 9/2026, que introduz novas medidas destinadas ao arrendamento e à dinamização da oferta habitacional.

A intervenção reforçou a ideia de que os desafios das cidades inteligentes não podem ser analisados de forma isolada. Mobilidade, habitação, planeamento urbano, sustentabilidade e tecnologia fazem parte de um mesmo ecossistema urbano que exige políticas integradas e coordenação institucional.

Uma visão integrada para as cidades do futuro

Apesar das diferentes perspetivas apresentadas ao longo do debate, houve um consenso claro entre os intervenientes: o futuro das cidades dependerá da capacidade de integrar tecnologia, mobilidade, sustentabilidade e gestão do espaço público numa visão comum.

Mais do que cidades tecnologicamente avançadas, os participantes defenderam cidades capazes de responder às necessidades reais das pessoas, promovendo qualidade de vida, inclusão e eficiência.

A conferência demonstrou que Portugal está já a discutir muitos dos grandes desafios urbanos do futuro, desde a inteligência artificial aplicada à mobilidade até à reorganização do espaço público, mas também evidenciou que o sucesso dessas transformações dependerá da articulação entre instituições, operadores e cidadãos.

TML está no Portugal Smart Cities Summit 2026

O stand da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa convida a conhecer o caminho que a empresa tem trilhado rumo a uma mobilidade mais sustentável e inteligente.

Entre os dias 12 e 14 de maio, a TML marca presença no Portugal Smart Cities Summit 2026, o evento que se assume como o principal marketplace de soluções para o ecossistema das Cidades e Territórios Inteligentes em Portugal.

A TML, enquanto entidade responsável pela coordenação e gestão integrada da mobilidade na área metropolitana de Lisboa, e promotora de soluções de transporte mais simples, digitais e acessíveis a todos, encontra aqui um lugar para partilhar as suas experiências e a sua visão para o futuro.

Deste modo, no stand 3C06 da FIL – Feira Internacional de Lisboa, os visitantes vão poder tomar contacto com os novos desenvolvimentos da operação Carris Metropolitana e do sistema navegante®, conhecer a novíssima funcionalidade de tempo real da App navegante®, saber mais sobre o navegante® Empresas (ou mesmo fazer a adesão imediata), receber apoio na ativação da gratuitidade jovem através da App e até fazer o cartão navegante® na hora.

No ciclo de conferências, a TML também terá uma voz, com a intervenção do Presidente Carlos Humberto de Carvalho no debate sobre Mobilidade Inteligente & Gestão do Espaço Público, a acontecer no dia 13, às 11h00 (com inscrição obrigatória aqui).

TML acolheu workshop sobre o Índice Multidimensional de Pobreza nos Transportes (IMPT)

O projeto desenvolvido pelo Instituto Superior Técnico (IST), com o apoio da TML -Transportes Metropolitanos de Lisboa, foi apresentado a técnicos das Câmaras Municipais da área metropolitana de Lisboa, à Área Metropolitana de Lisboa e aos demais serviços da TML, e promete ser uma ferramenta essencial na tomada de decisões nas áreas da mobilidade e da gestão territorial.

No dia 9 de abril, a equipa do IST, liderada pelo Professor Filipe Moura, apresentou na sede da TML o resultado de um projeto dedicado a compreender melhor a Pobreza nos Transportes, um conceito que tem vindo a ganhar peso na União Europeia e que se define como um fenómeno multidimensional que ocorre quando indivíduos ou famílias enfrentam opções de mobilidade limitadas, inacessíveis ou inadequadas, comprometendo o acesso a serviços e oportunidades essenciais.

A TML, que esteve envolvida no projeto através da cedência de dados do Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS), abriu esta apresentação com as palavras do presidente Carlos Humberto de Carvalho: “Estamos de portas abertas a projetos novos. A mobilidade é um direito e temos de garantir que esta se amplia e generaliza.”

O projeto novo em questão nesta sessão, que já está público e acessível aqui, foi então apresentado pela equipa, expondo os conceitos que estão na sua base e a metodologia aplicada na sua construção. Entre outras informações, o público deste workshop ficou a saber que no processo de construção do cálculo do IMPT foram consideradas inúmeras fontes de dados, tais como os Census, os dados dos operadores de transporte ou os já referidos dados do PMMUS, e foram definidos indicadores como a acessibilidade (tempo de acesso a lugares como supermercados ou hospitais), a mobilidade (entendida como tempos médios de deslocações pendulares), a acessibilidade económica (como o rendimento das famílias, encargos com deslocações para o trabalho ou os encargos de habitação) e a segurança rodoviária (considerando totais de acidentes, vítimas e índices de gravidade).

Apresentados os detalhes da metodologia, seguiu-se uma breve interação com o público, onde este foi convidado a responder a um inquérito que media o seu grau de satisfação com a qualidade da mobilidade no seu município. O objetivo seria confrontar esta opinião com os resultados apresentados pelo IMPT. Por fim, esta ferramenta, finalizada e já acessível a quem a queria usar, foi apresentada, exibindo todo o seu potencial. E, sim, a perceção da plateia sobre a mobilidade nos seus municípios encontrou leituras semelhantes quando consultadas na ferramenta.

Ainda sobre pobreza nos transportes, foi apresentado nesta sessão o Projeto Rural Mobility, um projeto da TML integrado no Programa Interreg Europe, que visa contribuir para a melhoria das políticas de transporte rural – onde o serviço é mais deficiente – através da partilha de experiências e boas práticas relacionadas com o transporte a pedido.

Plano de Acessibilidade e Transporte de Pessoas com Deficiência na AML: a implementação

No dia 21 de abril, a TML reuniu as entidades interessadas numa sessão de apresentação e discussão da fase de implementação do Plano de Acessibilidade e Transporte de Pessoas com Deficiência na área metropolitana de Lisboa, um plano “que é de todos”, conforme recordou Catarina Marcelino, Coordenadora do Departamento de Estudos e Planeamento, na apresentação do mesmo.

Será o resultado de muito empenho, de muita persistência e do trabalho conjunto de todas as entidades que levará à concretização do plano agora em fase de implementação, anunciou Carlos Humberto Carvalho, presidente da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, na abertura da sessão.

Partindo desse pressuposto, aconteceu esta reunião que envolveu mais de 50 entidades, entre as quais se contaram a AML, os 18 municípios, o INR – Instituto Nacional da Reabilitação (que agora toma o nome de Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência), associações representantes de Pessoas com Deficiência, AMT, operadores, gestores de interfaces, EML e IMT.

Para contextualizar, Catarina Marcelino fez um breve resumo do plano, que nasceu “da preocupação de dar acesso aos transportes” a cerca de 10% da população da AML que, segundo o último Censos, tem algum tipo de incapacidade e que, segundo os inquéritos realizados, 32% não usa transporte público. Do plano resultaram sete objetivos específicos (melhoria da capacitação do envolvimento dos stakeholders; melhoria da acessibilidade a interfaces; melhoria das condições do transporte; melhoria da informação ao público; melhoria dos serviços de apoio ao cliente; inovação tecnológica; e sensibilização e formação) que resultaram em várias medidas que se querem agora ver implementadas.

Da parte da TML já há medidas a serem postas em prática, conforme anunciou Catarina Marcelino. São elas as formações técnicas dirigidas aos municípios (já realizadas duas, a sul e a norte do Tejo); o estudo prévio para a adaptação da interface de Setúbal; o projeto-piloto de wayfinding na Gare do Oriente; a adaptação total do site da Carris Metropolitana a pessoas com deficiência visual. Em preparação estão ainda os painéis digitais de informação em tempo real com sistemas sonoros, um guião orientador para a colocação de informação nas paragens e interfaces e a implementação de máquinas de venda acessíveis.

Da parte dos convidados para este encontro houve igualmente manifestações de confiança, como a de Pedro Nave, da Câmara Municipal de Lisboa, que garantiu “a integração destas orientações no Plano de Acessibilidade de Lisboa” ou mesmo de Diogo Martins que, reconhecendo que “estamos todos fartos de ouvir o mesmo”, acredita que “devemos avançar para projetos políticos e técnicos”. Já Paulo Santos, da ACAPO Lisboa, reforçou a necessidade de envolver de igual forma todos os municípios na concretização de todas as ações, assim como sugeriu a representação da IP e da Secretaria de Estado da Ação Social e da Inclusão nestes trabalhos.

A representante do Instituto para os Direitos para as Pessoas com Deficiência, Ana Martins, referiu o trabalho realizado a nível dos Guiões desenvolvidos, que permitiu uma uniformização das orientações nesta área e referiu que foram recentemente publicadas Resoluções de Conselho de Ministros para Estratégia para os Direitos das Pessoas com Deficiência, bem como que está ainda aberto, até ao fim de abril, o questionário para os municípios referente ao Decreto-lei nº 163/2000.

Os próximos passos

Assumidamente “empenhada na execução deste plano”, segundo palavras de Catarina Marcelino e de Sérgio Pinheiro, Diretor do Departamento de Estudos e Planeamento da TML, a autoridade de transportes propõe estabelecer, no prazo de um mês, um Pacto de mobilidade entre a TML, os municípios, os operadores de transporte, os gestores de infraestruturas, as associações de pessoas com deficiência e outras entidades, no sentido de exercerem pressão para a concretização deste plano. Ao mesmo tempo, informou que está a ser desenvolvida uma ferramenta de participação e reporte que será lançada em breve. Ainda no sentido de acompanhar os avanços dos trabalhos, a Comissão de Acompanhamento do Plano propõe novo encontro em outubro, com eventuais reuniões de trabalho mais pequenas e direcionadas em grupos de trabalho, a acontecerem até lá.

Lisboa já tem sete parques navegante®

O sétimo parque de estacionamento em Lisboa que é gratuito para utilizadores do navegante® inaugurou dia 15 de abril, em Carnide, convidando mais automobilistas a deixarem o carro para trás e a seguirem viagem de transporte público ou de bicicleta GIRA.

O parque Condes de Carnide, o novo parque de estacionamento situado “à entrada de Lisboa”, na fronteira entre os concelhos de Lisboa, de Amadora e de Odivelas, tem acessos pela Av. Condes de Carnide e pela Av. Dr. Mário Soares e localiza-se junto à interface de transportes da Pontinha (com acesso a estações do Metro, terminal rodoviário e bicicletas GIRA). A infraestrutura, com 387 lugares de estacionamento, inclui lugares para veículos elétricos e para pessoas com mobilidade reduzida.

Parques navegante®  em expansão

Os três primeiros parques de estacionamento gratuitos para utilizadores do navegante® nasceram em julho de 2024. Hoje são já sete em Lisboa e um em Almada.

Em Lisboa, junto aos eixos de entrada da cidade, com gestão da EMEL e a incentivar a intermodalidade, temos, para além do novo Condes de Carnide, o parque de estacionamento da Ameixoeira; o da Av. de Pádua; o do Colégio Militar; o da Azinhaga da Cidade; o de Telheiras Nascente; e o de Telheiras Poente, sendo os três últimos apenas para residentes nas freguesias do Lumiar e Santa Clara.

Em Almada, a WeMob permite aos utilizadores do cartão navegante® estacionar a custo zero no Parque da Paz, desde que sejam residentes do concelho.

Como funcionam?

Gratuitos os sete dias da semana, mas apenas entre as 7h30 e as 21h00 nos parques de Lisboa, a sua utilização é simples, sendo apenas necessário efetuar o registo na cabine de apoio ao cliente dos parques, a apresentação do passe válido e, em alguns casos, o cartão de cidadão para atestar a residência.

Mais informação sobre a adesão aos Parques navegante em emel.pt e wemob.pt

Campanha contra o vandalismo: “Escolhe marcar a diferença, não o transporte”

Na passada sexta-feira, dia 17 de abril, deu-se o lançamento de uma campanha conjunta que uniu o setor da mobilidade para combater um problema que custa milhões e afeta os passageiros – o vandalismo

Divulgada no Dia Mundial do Transporte Público, a iniciativa arrancou com uma forte presença em meios digitais, redes sociais, veículos e estações em toda a área metropolitana de Lisboa. Para este grupo de trabalho, a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa contribuiu para a criação da imagem da campanha e da landing page, bem como acompanhamento na planificação e organização de todo o projeto.  

Com a assinatura “Escolhe marcar a diferença, não o transporte”, a campanha recorre a uma metáfora imediata — um quarto desarrumado — para aproximar o problema do quotidiano, sobretudo dos mais jovens. A mensagem é clara: o espaço público é um espaço de todos, e todos devemos cuidar dele.  

Vídeo disponível aqui.  

Participaram desta iniciativa a Alsa Grupo S.L.U., a Barraqueiro Transportes, a Carris, a CP-Comboios de Portugal, a Fertagus, o Metropolitano de Lisboa, a Rodoviária de Lisboa, a T.S.T. – Transportes Sul do Tejo, a Transtejo Soflusa, a Viação Alvorada, a Transportes Metropolitanos de Lisboa (enquanto Carris Metropolitana) e a própria Infraestruturas de Portugal, enquanto gestora da infraestrutura ferroviária.  

Qual o impacto do Vandalismo? 

Entre 2023 e 2025, os atos de vandalismo registaram um aumento expressivo, gerando prejuízos diretos que ascendem a 3milhões de euros. Contudo, o seu impacto vai além dos custos financeiros, traduzindo-se igualmente em atrasos, imobilização de veículos, indisponibilidade de equipamentos, necessidade de reforço das operações de limpeza e numa perceção acrescida de insegurança.  

Por este motivo, esta iniciativa única não termina aqui. Contando com o planeamento de uma segunda fase, com ações diretas em escolas, o grupo de trabalho pretende reforçar o foco nos públicos mais jovens e promover comportamentos responsáveis. 

17 de abril de 2026: o primeiro Dia Mundial do Transporte Público

Apresentado pela UITP (Union Internationale des Transports Publics) e pelos seus parceiros, trata-se de uma celebração global do papel crucial que o transporte público desempenha no nosso quotidiano, no funcionamento das nossas cidades, no crescimento económico, na igualdade de oportunidades e no desenvolvimento sustentável.

Este é, pois, o dia escolhido para se dizer: adoramos os transportes públicos, já que são eles que nos movem a todos.

E como é que se disse?

Cerca de 100 organizações de mais de 50 países juntaram-se a esta celebração e, neste dia, lançaram iniciativas que vão desde a simples partilha de histórias online até à organização de grandes eventos.

Em Lisboa, a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa levou para a rua a sua mascote, Val, um simpático validador de títulos de transporte que convidou as pessoas a usarem-no. Desta forma descontraída, ele sensibilizou para a importância da validação do passe, um gesto essencial ao bom funcionamento e planeamento de todo o sistema de transportes públicos.

Veja aqui o vídeo desta ação.

Para mais informação sobre esta comemoração global, visite o site https://worldpublictransportday.com/

TML recebeu talentos internacionais da Transdev que quiseram conhecer o seu modelo inovador para a mobilidade

A TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa recebeu esta semana uma delegação internacional do programa ‘On The Launch Pad’, iniciativa de desenvolvimento de talento do Grupo Transdev, que reúne jovens profissionais de elevado potencial de várias geografias.

A visita teve como principal objetivo conhecer a TML enquanto caso de estudo de referência na transformação do transporte público e da mobilidade em Portugal. Os participantes procuraram compreender, no terreno, o modelo de organização, gestão e operação que tem vindo a ser implementado na área metropolitana de Lisboa.

Durante a sessão, foi apresentada a evolução do projeto, a estrutura de governação e o papel da TML enquanto autoridade de transporte, com destaque para a integração do sistema, a coordenação de operadores e a visão estratégica para o futuro da mobilidade.

A delegação – composta por 27 participantes internacionais – integrou esta visita num percurso mais alargado por Portugal, com contacto direto com diferentes realidades operacionais e institucionais.

Para Sérgio Soares, presidente da Transdev, a iniciativa constitui “uma verdadeira oportunidade”, destacando a TML como exemplo de “uma autêntica revolução na mobilidade em Portugal”.

A escolha da TML como ponto central desta visita reforça o seu reconhecimento internacional enquanto modelo inovador na organização e desenvolvimento do transporte público.

Subida do preço do combustível coincide com aumento da procura pelo transporte público rodoviário na área metropolitana de Lisboa

A evolução recente da procura pelo transporte público rodoviário na área metropolitana de Lisboa evidencia uma tendência de crescimento sustentado, num contexto marcado pela subida do preço dos combustíveis. Ao longo do mês de março, o preço do gasóleo aumentou de cerca de 1,49€ para valores próximos dos 2,00€, coincidindo com um reforço consistente da utilização do serviço da Carris Metropolitana.

Procura cresce 15% em março de 2026 face a 2025 e atinge novo recorde diário fora dos períodos habituais de pico.

Em março de 2026, o número de passageiros em dias úteis manteve-se sistematicamente acima dos registados no mesmo período de 2025. O destaque vai para o dia 25 de março, data em que foi atingido um novo máximo diário, com 768 mil passageiros transportados.

Este recorde ocorre cerca de três semanas após os primeiros aumentos do preço do gasóleo, o que está em linha com o comportamento habitual dos padrões de mobilidade, cujo ajustamento tende a ocorrer de forma progressiva e não imediata”, explica a Carris Metropolitana.

No total, março de 2026 registou 18,59 milhões de passageiros transportados, representando um crescimento de 15% face a março de 20251.

Esta evolução reforça o papel do transporte público como uma solução cada vez mais relevante no contexto da mobilidade urbana, não só do ponto de vista ambiental, mas também económico, acompanhando as mudanças nas decisões diárias dos cidadãos.


1 Importa, contudo, considerar o efeito de calendário: em 2025, o mês de março incluiu o período de Carnaval e respetivas férias escolares, enquanto em 2026 não se registaram feriados nesse mês, fator que influencia naturalmente os níveis de procura.

Informação em tempo real da TML mereceu prémio Transportation Hero Awards

No dia 13 de abril, a TML e os operadores da Carris Metropolitana foram distinguidos com o prémio Transportation Hero Awards 2026, atribuído pela Optibus.

Esta distinção foi atribuída à TML e aos seus operadores prestadores de serviço como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na disponibilização de informação em tempo real aos passageiros, um passo essencial para melhorar a experiência de quem utiliza diariamente a rede.

A cerimónia, realizada na sede da TML, contou com a presença de representantes de cada operador, bem como membros do Conselho de Administração da TML. Da parte da Optibus, estiveram presentes a Diretora Regional de Vendas, Carolina Monteiro e o CTO & Co-Founder, Eitan Yanovsky que procedeu à entrega dos troféus.

Durante o momento, houve ainda espaço para intervenções que destacaram o sucesso do trabalho conjunto realizado para a divulgação do tempo real da rede Carris Metropolitana e o impacto na qualidade do serviço prestado aos passageiros.

Este reconhecimento reforça o compromisso conjunto entre a TML e os operadores na inovação, transparência e melhoria contínua da mobilidade na área metropolitana de Lisboa.

Extra! Extra! Já saiu o boletim “O navegante”!

Distribuído, na sua versão impressa, nas Jornadas navegante® 2026, no dia 1 de abril, o Boletim Extraordinário da Mobilidade na AML, “O navegante”, já pode ser consultado em formato digital.

Traz notícias sobre os principais feitos da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa no último ano e avança informação sobre os seus projetos mais entusiasmantes. Dá conta da evolução do sistema navegante® e da operação da Carris Metropolitana, apresenta resultados de inquéritos de satisfação, exibe os prémios que a TML recebeu e até os que deu, mostra os planos que cumpriu e as parcerias que abraçou. 

São doze páginas onde, a custo, fizemos caber todo um ano de atividade da empresa. E que, acreditamos, vai gostar de acompanhar. Descarregue aqui a versão pdf ou folheie abaixo.

Jornadas navegante® 2026: a celebração e a reflexão sobre o futuro da mobilidade

No dia 1 de abril, mais uma vez a recordar que “parecia, mas não foi, mentira” a criação do sistema tarifário navegante® há já sete anos, realizaram-se as Jornadas navegante®, no Museu da Carris, em Lisboa.

O evento anual promovido pela TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa reuniu decisores políticos, operadores e especialistas para debater os desafios e o futuro da mobilidade na região. Sob o tema “O Sistema que Transforma a Mobilidade”, esta edição das Jornadas navegante® procurou refletir sobre como transformar esta infraestrutura comum que é o navegante® numa verdadeira plataforma de conhecimento, confiança e melhoria contínua da mobilidade urbana.

O evento, que contou com abertura de Fernando Paulo Ferreira, Vice-Presidente do Conselho Metropolitano da AML, deu início com breves apresentações do percurso do navegante®, destacando métricas de utilização, integração de operadores e modos de transporte, cobertura territorial e impacto na mobilidade metropolitana, permitindo contextualizar a evolução e o desempenho do sistema até ao momento.

Para além destas, houve lugar a dois animados painéis de debate, moderados pela jornalista Ana Maria Ramos, da TSF, onde se refletiu sobre o papel do navegante® enquanto instrumento de planeamento e transparência, bem como sobre as condições necessárias para dar prioridade efetiva ao transporte coletivo no espaço público, reforçando o seu impacto na qualidade de vida das pessoas e na competitividade das cidades.

O primeiro, intitulado “Inteligência Urbana: Dados ao Serviço das Cidades”, reuniu à volta da mesa, Rui Lopo, Presidente da Carris; António Veiga Ferrão, Presidente da Mobi.E; Filipe Moura, professor associado do Instituto Superior Técnico; Zita Carvalho, Diretora Comercial da CP; e Alexandre Domingues, Diretor de ITS da TML.

O segundo painel, dedicado ao tema “Transporte Público como Motor de Prioridade”, contou com a colaboração de Carlos Silva, Presidente da EMEL; Cristina Agreiras, Administradora Executiva do Metro do Mondego; Josep Maria Olivé, Especialista em planificação rodoviária na Área Metropolitana de Barcelona (que a abrir este painel nos brindou com a partilha da sua experiência na apresentação de “Barcelona: da Estratégia à Implementação”; e ainda com Paulo Humanes, Executive in (new) Mobility Business Development.

No encerramento das Jornadas, o presidente da TML, Carlos Humberto de Carvalho, sublinhou o momento de transformação do sistema: “o navegante® já não é apenas um sistema de bilhética, é uma infraestrutura que liga operadores, dados e municípios. O desafio agora é transformar esse conhecimento em ação, colocando as pessoas no centro e afirmando o transporte público como uma prioridade nas nossas cidades”.

TML e CARRIS fazem acordo estratégico para reforçar a integração do sistema de transportes na Área Metropolitana de Lisboa

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) e a CARRIS assinaram no dia 1 de abril, no Museu da Carris, um protocolo de cooperação estratégica que visa reforçar a integração, eficiência e coerência do sistema de transportes na Área Metropolitana de Lisboa.

O protocolo estabelece um quadro geral de cooperação estratégica entre as duas entidades, com o objetivo de reforçar a integração e a eficiência do sistema de transportes públicos na cidade de Lisboa e na área metropolitana. Tendo em conta a forte interligação entre as redes e serviços prestados por ambas, o acordo procura melhorar a experiência dos passageiros, garantir maior coordenação operacional e promover uma mobilidade mais simples, coerente e sustentável.

A cooperação abrangerá áreas como sistemas de informação, planeamento da rede, infraestruturas, atendimento ao público e formação, promovendo a partilha de recursos e conhecimento. Pretende-se, assim, potenciar sinergias, otimizar custos e assegurar um serviço público mais eficiente, mantendo sempre a autonomia e as competências próprias de cada entidade.

Para o presidente do Conselho Metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa e da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, este protocolo traduz uma visão clara para o futuro da mobilidade: “as pessoas não querem saber onde termina a CARRIS ou começa a Carris Metropolitana, querem simplesmente viajar de forma fácil e eficiente. Não deve haver fragmentação, deve haver sistema”. O responsável sublinhou ainda que “a articulação entre a TML e a CARRIS é uma afirmação política estratégica”, acrescentando que o acordo, assinado no dia em que se assinalam sete anos do navegante®, reforça um caminho de políticas públicas orientadas para resultados concretos na vida das pessoas. “A ambição só faz sentido com rigor, e é essa combinação que permite melhorar o serviço e a cidade, colocando Lisboa e a Área Metropolitana na vanguarda europeia através do uso inteligente dos dados”, afirmou.

Também o presidente da CARRIS, Rui Lopo, destacou que “esta parceria reforça a capacidade de resposta do sistema de transporte público, permitindo uma maior articulação entre redes e uma melhoria concreta da experiência dos passageiros”.

A assinatura do protocolo ocorreu no mesmo dia das Jornadas navegante® 2026, um evento anual promovido pela TML, que reuniu decisores políticos, operadores e especialistas para debater os desafios e o futuro da mobilidade na região. 

Jornadas navegante® 2026: o Sistema que Transforma a Mobilidade

No próximo dia 01 de abril, às 14h30, no Museu da Carris, em Lisboa, celebra-se um marco importante no paradigma da mobilidade da área metropolitana de Lisboa, a entrada em vigor do sistema tarifário navegante®.

Como já vem sendo habitual, realizar-se-á nessa mesma data a terceira edição do evento Jornadas navegante®, um encontro dedicado à reflexão estratégica sobre o futuro da mobilidade, que reunirá decisores políticos, presidentes de câmara, operadores de transporte, especialistas, entidades relevantes do setor e ainda todos os interessados, mediante inscrição.

O que esperar desta edição?

Partindo do papel que o navegante® já desempenha enquanto sistema integrado que agrega operadores e modos de transporte, esta edição pretende discutir o próximo passo: como transformar esta infraestrutura comum numa verdadeira plataforma de conhecimento, confiança e melhoria contínua da mobilidade urbana.

O evento terá assim uma breve apresentação do percurso do navegante®, destacando métricas de utilização, integração de operadores e modos de transporte, cobertura territorial e impacto na mobilidade metropolitana, permitindo contextualizar a evolução e o desempenho do sistema até ao momento.

Num contexto de crescente procura por transporte público, pressão ambiental e necessidade de decisões baseadas em evidência, as Jornadas navegante® irão centrar-se no contributo dos dados, da tecnologia e da ação coordenada entre instituições para reforçar o desempenho do sistema de transporte coletivo. O evento promoverá um debate sobre o papel do navegante® enquanto instrumento de planeamento e transparência, bem como sobre as condições necessárias para dar prioridade efetiva ao transporte coletivo no espaço público, reforçando o seu impacto na qualidade de vida das pessoas e na competitividade das cidades.

Como participar?

Se quiser assistir às Jornadas navegante® 2026, deverá enviar email para [email protected] a manifestar o seu interesse e aguardar a confirmação, já que os lugares estão limitados à capacidade da sala.

Satisfação dos passageiros da Carris Metropolitana sobe e reforça tendência de evolução

A satisfação dos utilizadores da Carris Metropolitana voltou a crescer em 2025, com o índice global a atingir 7,3 valores numa escala de 0 a 10, segundo os resultados do mais recente Inquérito de Satisfação ao Passageiro divulgados no dia 19 de março. Os dados confirmam uma evolução positiva face ao inquérito anterior e apontam para um serviço em processo de consolidação.

O Inquérito, realizado entre março e junho de 2025, envolveu 3.500 entrevistas realizadas a bordo dos autocarros, abrangendo diferentes linhas, horários e níveis de procura nas quatro áreas operacionais.

Os resultados revelam que os utilizadores da Carris Metropolitana são, na sua maioria, mulheres, jovens (com idades entre 14 e 34 anos), trabalhadores a tempo inteiro e com ensino secundário.

A classificação foi feita em diferentes temas, utilizados para pontuar distintos aspetos da experiência dos passageiros: atendimento, limpeza e conservação, informação, conforto, rapidez, segurança, pontualidade e regularidade.

Os resultados evidenciam uma evolução positiva na maioria dos indicadores face a 2024, refletindo o impacto das medidas implementadas ao longo do último ano.

Entre os vários indicadores analisados, a informação ao público surge como um dos destaques, com uma classificação de 7,55, uma subida de 0,38 pontos, refletindo um maior esforço na comunicação de avisos e atualizações aos passageiros.

Também o atendimento registou melhorias, com a avaliação da possibilidade de apresentar reclamações a subir para 6,49. A evolução está associada à simplificação dos canais de contacto, nomeadamente com a introdução de um novo formulário digital, que simplificou o processo de contacto e reporte por parte dos utilizadores.

Ao nível do Conforto, o número de lugares sentados registou uma avaliação de 7,21 (-0,25 face a 2024), um resultado que está a ser reforçado com a introdução de novos autocarros na operação.

No que respeita à Pontualidade, todos os indicadores registaram evolução positiva, refletindo o esforço contínuo de otimização operacional e monitorização do serviço.

Na dimensão da Regularidade, destaca-se a avaliação dos horários diurnos em dias úteis, que atingiu 7,36, representando um aumento expressivo de 1,38 pontos. Já os horários de fim de semana registaram uma avaliação de 5,67 (+0,43), acompanhando o reforço da oferta com o aumento do número de horários disponíveis.

Por fim, na dimensão da Rapidez, o tempo de espera nas paragens foi avaliado em 6,13, o que reflete um crescimento de 0,41 pontos face a 2024. Esta evolução positiva reflete os ajustes de percurso implementados durante o ano, os reforços de horário e a criação de linhas “expresso”, que asseguram viagens mais diretas.

Para acompanhar os resultados com maior detalhe, pode consultar o relatório digital no website da Carris Metropolitana aqui

TML convida pessoas com deficiência visual a testar novo percurso acessível WayFinding na Gare do Oriente

A TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa está a convidar pessoas cegas ou com baixa visão a experimentar um novo percurso acessível na Gare do Oriente, desenvolvido para facilitar a orientação e a utilização dos transportes públicos naquela interface. No final da experiência, os participantes são convidados a avaliar a solução e a deixar sugestões de melhoria.

Para muitas pessoas com deficiência visual, deslocar-se em transportes públicos continua a ser um desafio diário. Com o objetivo de aumentar a autonomia destes utilizadores, a TML desenvolveu um percurso acessível baseado em princípios de wayfinding, que liga a estação de Metro do Oriente aos cais da Carris Metropolitana.

O projeto resulta de uma parceria entre a TML, a Infraestruturas de Portugal (IP), o Metropolitano de Lisboa (ML), a ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), agora Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência, IDiPD (INR).

Para dar a conhecer esta solução, estão disponíveis visitas acompanhadas por Técnicos de Orientação e Mobilidade das associações parceiras. As inscrições podem ser feitas através do formulário online: https://forms.gle/gBPdwNbu3EwGybrT8

Quem preferir pode também explorar o percurso de forma autónoma, recorrendo a um Guia de Apoio e a uma Planta de Alto Contraste disponibilizados para esse efeito.

Após a experiência, a TML convida os participantes a responder a um formulário de avaliação, ou a enviar contributos através do endereço [email protected]. Os contributos recolhidos servirão para aperfeiçoar esta solução e apoiar o desenvolvimento de futuros percursos acessíveis na rede de transportes metropolitanos.

A divulgação e as visitas guiadas contam com o apoio da ACAPO, SCML/CRNSA, APEC, APEDV e APD.

Conselho das Tecnologias reforça aposta na integração plena da mobilidade na AML até 2026

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) reuniu as administrações de todos os operadores de transporte da Área Metropolitana de Lisboa (AML), numa sessão do Conselho Consultivo das Tecnologias para a Mobilidade que contou com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias. O foco foi claro: acelerar a integração total do sistema metropolitano até 2026.

Integração: mais do que tecnologia, uma mudança estrutural

A palavra-chave da reunião foi integração, entendida em várias dimensões.

Integração entre operadores e modos: garantir que autocarros, metro, comboios e transporte fluvial funcionam como um sistema único do ponto de vista do passageiro, independentemente do operador.

Integração tecnológica: através da consolidação da API-APEX, uma biblioteca de software, que permitirá harmonizar validações, títulos e regras tarifárias. Já foram desenvolvidas dezenas de versões adaptadas às realidades operacionais, sendo necessário:

  • Normalizar identificadores de linhas, paragens e percursos;
  • Adaptar os ficheiros GTFS (formato de dados criado pela Google utilizado mundialmente para partilhar informações de transporte público) ao modelo definido pela TML;
  • Rever o mapeamento de títulos e regras tarifárias, atualmente diferentes entre operadores;
  • Atualizar sistemas centrais e, em alguns casos, substituir hardware.

O compromisso assumido é ter as principais funcionalidades da API-APEX operacionais até ao final do primeiro semestre.

Integração tarifária e de pagamentos: A expansão do pagamento com cartão bancário é uma das peças-chave. Alguns operadores já estão integrados e a meta é que quase todos possam aceitar este método até ao final do ano. Está em estudo um piloto que permitirá utilizar o Cartão de Cidadão como meio de validação.

Integração com o Cartão de Cidadão: O Cartão de Cidadão foi incluído como requisito no projeto tecnológico. A TML está a trabalhar no lançamento de um projeto-piloto em articulação com a ARTE – Agência para a Reforma Tecnológica do Estado, para testar a viabilidade da sua utilização como meio de validação no transporte público. O objetivo é perceber se a solução pode funcionar de forma eficaz numa área metropolitana e, posteriormente, ser replicável noutras regiões do país.

Integração da informação em tempo real: A generalização da recolha e disponibilização de dados operacionais é considerada essencial. A plataforma GO da TML, já utilizada pela Carris Metropolitana, permite monitorizar atrasos, antecipar supressões e disponibilizar estimativas dinâmicas aos passageiros, devendo ser alargada a outras autoridades.

Integração territorial: A TML está também a trabalhar com outras regiões, como Aveiro, Tâmega e Vouga, Madeira e Coimbra, preparando soluções tecnológicas que permitam interoperabilidade futura entre áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais.

Uniformização como condição de sucesso: Um dos pontos mais enfatizados foi a necessidade de uniformizar regras, metodologias e processos de venda e pós-venda numa única plataforma. A coexistência de regras distintas entre operadores é hoje um dos principais entraves à plena interoperabilidade.

Cristina Pinto Dias sublinhou que o setor dispõe de financiamento significativo e que a modernização tecnológica é determinante não só para melhorar o serviço, mas também para cumprir metas de descarbonização associadas aos fundos comunitários.

A ambição é clara: até 2026, a mobilidade na AML deverá funcionar de forma integrada, simples e transparente para o passageiro, com tecnologia invisível, mas determinante, a suportar toda a operação.

Plano de atividades e orçamento da TML aprovado por unanimidade no Conselho Metropolitano de Lisboa

Na manhã do dia 26 de fevereiro, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures, o Conselho Metropolitano de Lisboa reuniu para, entre outros, apreciar o plano de atividades e orçamento da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa relativo a 2026, que foi aprovado por unanimidade.

À reunião descentralizada do Conselho Metropolitano de Lisboa, que juntou em Loures os presidentes das câmaras municipais dos 18 municípios que integram a área metropolitana de Lisboa, a TML levou para apreciação e aprovação o seu plano de atividades e orçamento para 2026, a proposta de alteração dos Estatutos da TML e ainda a deliberação relativa à autorização de dispensa da TML do cumprimento do princípio da unidade de tesouraria. Todas as propostas foram aprovadas por unanimidade pelo Conselho Metropolitano de Lisboa.

No seu 5.º aniversário, a TML reforça papel estratégico na mobilidade de 2,8 milhões de pessoas

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) assinala cinco anos de atividade, consolidando o seu papel como entidade responsável pela organização, planeamento e gestão do sistema integrado de transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa.

Criada com a missão de gerir o sistema tarifário e de bilhética na região e de estruturar e coordenar o transporte público rodoviário, a TML afirma-se hoje como autoridade metropolitana nestas duas áreas estratégicas. Ao longo destes cinco anos, o seu trabalho tem impactado diariamente cerca de 2,8 milhões de pessoas que vivem e circulam nos 18 municípios da área metropolitana de Lisboa, assegurando um sistema mais simples, coerente e eficiente.

Entre os marcos mais importantes deste percurso destaca-se o navegante®, elemento central da política tarifária metropolitana. Mais do que um passe mensal, o navegante consolidou a gestão integrada da bilhética, uniformizou tarifas, simplificou processos e reforçou a acessibilidade ao transporte público, afirmando-se como um instrumento essencial de serviço público e de coesão territorial.

A implementação da Carris Metropolitana constituiu outro momento decisivo, ao alinhar o transporte rodoviário de 15 dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa sob uma identidade comum, promovendo maior integração operacional, informação mais clara e padrões de serviço harmonizados.

Ao longo destes cinco anos, a TML liderou instrumentos estratégicos como o Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável, posicionando a região na linha da frente das políticas de mobilidade sustentável, inovação tecnológica e transição climática.

A aposta contínua na digitalização, na desmaterialização e na modernização do sistema tem reforçado a eficiência da operação e a confiança dos cidadãos no transporte público enquanto eixo estruturante e essencial da mobilidade metropolitana.

Cinco anos depois da sua criação, a TML reafirma o compromisso de continuar a desenvolver um sistema de transportes mais integrado, sustentável e centrado nas pessoas, consolidando a sua posição como referência nacional na governação metropolitana da mobilidade.

Este aniversário é também um momento de reconhecimento: das equipas que diariamente contribuem para esta missão, dos parceiros institucionais e operacionais, e de todos os utilizadores que confiam no transporte público metropolitano.

Reunião mensal do Conselho de Mobilidade Metropolitana

Realizou-se hoje, nas instalações da Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), a reunião do Conselho de Mobilidade Metropolitana da Área Metropolitana de Lisboa (AML), com a participação dos representantes dos 18 municípios da região.

A sessão decorreu no âmbito das competências deste órgão consultivo, responsável pela promoção da articulação institucional e pelo acompanhamento das matérias relacionadas com a mobilidade e o transporte na área metropolitana.

Esta foi a primeira reunião do Conselho de Mobilidade Metropolitana que contou com a participação do novo Conselho de Administração da TML. Entre os presentes esteve Carlos Humberto de Carvalho, anterior Primeiro-Secretário Metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa, que participou agora na qualidade de Presidente do Conselho de Administração da TML. A sua experiência na governação metropolitana representa um fator importante de continuidade e reforço da articulação entre os municípios e a empresa responsável pela coordenação do sistema de transportes.

Durante a reunião foram apresentados diversos temas estratégicos, incluindo a evolução do sistema navegante, a integração de sistemas com referências aos principais projetos em desenvolvimento, o funcionamento da API/APEX e do navegante n dias, bem como o balanço geral e por área da Carris Metropolitana. Foram ainda discutidos estudos e projetos em desenvolvimento na TML, consolidando o acompanhamento das iniciativas que visam melhorar a mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa.

O encontro enquadrou-se no calendário regular de reuniões, reforçando o espaço de diálogo e concertação entre os municípios e a entidade metropolitana responsável pela mobilidade na região.

A TML saúda Luís Cabaço Martins, reconduzido na presidência da ANTROP

Na quarta-feira, dia 10 de fevereiro, Luís Cabaço Martins tomou posse para um novo mandato como Presidente da ANTROP – Associação Nacional de Transportes de Passageiros.

Para o triénio 2026-2028, Luís Cabaço Martins é acompanhado, no Conselho Directivo, por Sónia Ferreira (da Rodoviária do Tejo), Mauro Lillo (Transdev Interior), Jorge Santos (Rodonorte) e Juan Piña (Alsa Todi), que assumem a vice-presidência.

Na Mesa da Assembleia Geral estarão José Eduardo Caramalho (Valpi Bus), como presidente, Pedro Curvo de Deus (Rodoviária do Alentejo), como vice-presidente, e Miguel Nogueira (AV Tâmega), como secretário.

O Conselho Fiscal será liderado por Luiz Costa (José Alves & Filhos) e o Conselho Técnico por Oswaldo Moreno (Rodoviária do Tejo).

A cerimónia de tomada de posse dos Corpos Sociais da ANTROP contou com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias.

Carlos Humberto de Carvalho é o novo presidente da TML

Carlos Humberto de Carvalho foi eleito presidente do Conselho da Administração da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, por unanimidade, pelos membros do Conselho Metropolitano de Lisboa, hoje, dia 22 de janeiro. Assume o novo cargo a partir do dia 1 de fevereiro, ao lado dos vogais executivos, Ângelo Pereira, Ana Luísa Ferreira, Diana Carneiro Dias, e Pedro Pinto de Jesus.

A Mesa da Assembleia Geral, por sua vez, terá como presidente, Carlos Moedas, como vice-presidente, Emanuel Costa, e como secretária Maria Manuel Simões.

No seguimento da reunião, o novo Conselho de Administração fez uma visita às instalações da TML, na qual foram apresentados os diferentes departamentos.

Carris Metropolitana avança na descarbonização com 60 novos autocarros 100% elétricos

A Carris Metropolitana deu hoje mais um passo na transição para uma mobilidade mais sustentável com a entrada em operação de 60 novos autocarros 100% elétricos nos municípios de Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal. A renovação da frota reforça a estratégia de descarbonização da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, desenvolvida em articulação com os municípios da Margem Sul e o operador Alsa Todi.

Com a chegada destes veículos, a Alsa Todi passa a assegurar a operação de 291 autocarros ao serviço da Carris Metropolitana, dos quais 127 são elétricos e 35 movidos a gás, alcançando os 55% de frota de emissões zero.

A apresentação dos novos veículos, que representam um investimento de 24 milhões de euros, sendo 12 milhões provenientes do Fundo Ambiental, assinala mais um marco no percurso da Carris Metropolitana, que desde o início da sua operação tem apostado numa mobilidade moderna, eficiente e centrada nas pessoas, em linha com os objetivos de descarbonização da Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Há três anos, quando iniciou a sua atividade, a Carris Metropolitana apresentou uma frota nova ou praticamente nova, com veículos com menos de um ano de idade, estabelecendo desde então um padrão elevado de qualidade e modernização do transporte público.

A Área 4, concessionada à Alsa Todi, foi a primeira a entrar em operação e continua a registar um crescimento significativo da procura, numa zona que apresentava uma forte carência de oferta de transporte público. Entre 2023 e 2025, os passageiros transportados pela Carris Metropolitana cresceram 38% na AML. Na Área 4, entre 2023 e 2025, o aumento ultrapassou os 54 milhões de passageiros por ano, o que representa mais de oito milhões de novos passageiros anuais.

“Com um crescimento de 54%, esta é a área que mais cresceu entre 2023 e 2025”, sublinhou Carlos Humberto Carvalho, Primeiro-Secretário Metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa, durante a cerimónia.

O responsável destacou ainda o aumento expressivo da procura aos fins de semana e feriados, com crescimentos de 77% aos sábados e 87% aos domingos e feriados, números que, segundo Carlos Humberto de Carvalho, confirmam a consolidação do transporte público como uma alternativa cada vez mais forte ao automóvel individual.

Durante o evento, o Diretor-Geral da Alsa Todi, Juan Gómez Piña, alertou para vários desafios operacionais, apontando a necessidade de reforço dos abrigos para passageiros, os constrangimentos causados pelo esgotamento da Gare do Oriente e a urgência de mais faixas BUS. O responsável deixou ainda um apelo ao Governo para que, no âmbito do fim da concessão das Travessias do Tejo, previsto para 2029, seja equacionada a integração do transporte público na futura concessão, defendendo a isenção de portagens para autocarros elétricos.

Já Carlos Albino, Presidente da Câmara da Moita, sublinhou a necessidade de se estudar a possibilidade de circulação de autocarros de outras tipologias, à semelhança do que acontece na ponte 25 de abril, oferecendo o transporte a um maior número de pessoas.

A apresentação oficial da nova frota teve lugar na sede da Alsa Todi, na Moita, e contou com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias, dos Presidentes das Câmaras Municipais da Moita e do Montijo, de vereadores dos municípios de Alcochete, Barreiro, Palmela e Setúbal, bem como de representantes de operadores, entidades públicas e do setor.

No encerramento da sessão, a Secretária de Estado da Mobilidade reforçou a importância de “aproximar as pessoas” através da melhoria da oferta de transporte público, salientando não só os benefícios ambientais, mas também o impacto social da mobilidade. Cristina Pinto Dias destacou ainda a ambição do Governo em replicar este modelo a nível nacional, sublinhando a importância da integração entre operadores, informação em tempo real e tarifários, apontando o navegante® como exemplo. “Combater a pobreza de mobilidade é combater desigualdades”, afirmou.

Com esta nova frota elétrica, a Carris Metropolitana reafirma o seu compromisso com um transporte público mais sustentável, moderno e eficiente, ao serviço das populações da Margem Sul.

Conselho Metropolitano de Lisboa votou favoravelmente para o Conselho da Administração da TML

Numa reunião extraordinária do Conselho Metropolitano de Lisboa, que decorreu a 12 de janeiro, na sede da Área Metropolitana de Lisboa, os membros do Conselho Metropolitano de Lisboa – que é constituído pelos presidentes das câmaras municipais dos 18 municípios que integram a área metropolitana e é presidido por Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa – aprovaram a lista completa com os membros do conselho de administração que irão dirigir a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa.

Carlos Humberto de Carvalho, o atual primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, foi indicado, por unanimidade, como presidente do Conselho da Administração da TML e, se for eleito a 22 de janeiro, deverá assumir o novo cargo a partir do dia 1 de fevereiro. A seu lado estarão os vogais executivos, Ângelo Pereira, Ana Luísa Ferreira, Diana Carneiro Dias e Pedro Pinto de Jesus.

A Mesa da Assembleia Geral, por sua vez, terá como presidente, Carlos Moedas, como vice-presidente, Emanuel Costa, e como secretária Maria Simões.

Fomos os escolhidos: TML distinguida com três prémios nacionais

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) iniciou o ano de 2026 da melhor forma possível, ao ser distinguida com três prémios nacionais de referência, que reconhecem a confiança dos consumidores, a aposta contínua na inovação e o compromisso com uma mobilidade mais sustentável e centrada nas pessoas.

“Fomos os escolhidos!” É com este sentimento de orgulho que a TML celebra as distinções atribuídas em 2026:

  • Prémio Escolha do Consumidor 2026App navegante®
  • Prémio Escolha Sustentável 2026navegante® Empresas
  • Prémio Best Tech Experience 2026App Carris Metropolitana

O Prémio Escolha do Consumidor 2026, atribuído à App navegante®, reconhece um produto que tem vindo a evoluir de forma consistente, com a introdução contínua de novas funcionalidades. A mais recente valência permite já a utilização de um cartão digital, destinada a utilizadores que utilizam em exclusivo o operador Carris Metropolitana tornando a experiência ainda mais simples, prática e digital.

Já o Prémio Escolha Sustentável 2026, atribuído ao navegante® Empresas, distingue um produto lançado com o objetivo de dinamizar a utilização do transporte público em contexto empresarial. Desde o seu lançamento, o navegante® Empresas tem registado um crescimento expressivo, sendo atualmente utilizado por mais de 500 empresas, afirmando-se como uma solução eficaz para promover hábitos de mobilidade mais sustentáveis no meio empresarial.

Por sua vez, o Prémio Best Tech Experience 2026, atribuído à App Carris Metropolitana, reconhece uma ferramenta que veio reforçar significativamente a fiabilidade e a qualidade da informação disponibilizada aos utilizadores. A aplicação permite o acesso a informação em tempo real sobre horários, bem como a avisos e alertas de serviço, oferecendo ainda a possibilidade de selecionar favoritos e de escolher a versão da app mais adequada a cada perfil de utilizador, garantindo uma experiência personalizada e intuitiva.

Estas distinções resultam da avaliação direta de consumidores e especialistas, no âmbito dos Prémios Escolha do Consumidor, um sistema de avaliação de marcas em Portugal que mede o nível de satisfação com base na experiência real de utilização e em critérios específicos de valorização.

Começar o ano logo a ganhar prémios reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela TML e o impacto positivo das suas soluções na vida diária de milhares de pessoas. Estes prémios confirmam o compromisso da TML em continuar a inovar, a melhorar a experiência dos utilizadores e a contribuir para um sistema de mobilidade cada vez mais eficiente, sustentável e acessível.

PMMUS e a AAE da área metropolitana de Lisboa publicados e em vigor

No final de dezembro, o Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS) foi reconhecido como Plano e instrumento estratégico em vigor na AML, incluindo para efeitos de candidaturas a programas de financiamento, e a sua Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) e respetiva Declaração Ambiental foram publicadas.

No seguimento da aprovação pelo Conselho Metropolitano de Lisboa do Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS) e da respetiva Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), em setembro, a TML efetuou as diligências necessárias junto das entidades competentes com vista ao seu reconhecimento como Plano válido e à sua publicação nos canais obrigatórios.

Consequentemente, no passado dia 23 de dezembro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT) comunicou à TML a adoção do PMMUS, em substituição do anterior Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS, 2016), e já uns dias antes, a 17 de dezembro, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) havia informado que a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do PMMUS, sem necessidade de esclarecimentos ou informações adicionais, passaria a integrar “a base de dados desta Agência”, estando a respetiva Declaração Ambiental publicada no seu website (aqui), dando provas do reconhecimento da robustez do trabalho desenvolvido e da solidez dos documentos produzidos.

Neste sentido, o PMMUS da área metropolitana de Lisboa encontra-se já em vigor, devendo, para todos os efeitos, passar a ser considerado como o Plano e instrumento estratégico de referência, de âmbito metropolitano, para as políticas, medidas e ações para a mobilidade, acessibilidade e transportes.

Este Plano vem dinamizar e assegurar uma intervenção coerente e interdependente que concorre para a melhoria do sistema de mobilidade e transportes com todas as interconexões com a melhoria da qualidade de vida, a acessibilidade de bens, serviços e fruição do território, a promoção económica e social, a qualidade do ar e combate às alterações climáticas e a eficiência energética, entre outras.

Pela importância que podem assumir, as candidaturas no âmbito do programa Lisboa 2030 ou a quaisquer outros programas de financiamento que requeiram ou possam ser valorizadas se enquadradas em instrumento de planeamento, deverão ocorrer, a partir de agora, no âmbito PMMUS, deixando, nesse sentido, de ser considerado o anterior PAMUS.

A TML agradece, também publicamente, a todas as entidades e cidadãos que participaram e contribuíram com sentido crítico e propostas para a elaboração do PMMUS.

Todos os documentos do PMMUS e da Avaliação Ambiental Estratégica estão disponíveis no site criado para o acompanhamento de todo o processo de desenvolvimento deste plano em https://pmmus.tmlmobilidade.pt/resultados/


Kaizen na Carris Metropolitana: um piloto que já está a transformar a forma como operamos

Em 2025, a Carris Metropolitana iniciou o seu piloto de transformação Kaizen. Em parceria com o Kaizen Institute, otimizámos processos, criámos rotinas de trabalho e reforçámos a capacidade das equipas para analisar, decidir e melhorar todos os dias.

Mas o mais importante: este projeto não foi teórico. Trouxe melhorias muito práticas para quem gere, opera e utiliza o serviço.

O que acrescentou na prática?

Melhor acompanhamento do serviço prestado: otimização de dashboards que mostram, em tempo real, atrasos, adiantamentos, validações e cumprimento de circulações.

Auditorias mais claras e padronizadas: formulários digitais, processos alinhados e um Manual do Auditor que garante critérios iguais em toda a rede.

Fiscalização uniforme em toda a rede: uma árvore de decisão comum a todos os fiscais, formação conjunta e dados mais transparentes sobre fraude.

Reuniões diárias de operação: equipas a identificar problemas cedo, partilhar soluções e antecipar impactos no serviço ao cliente.

Uma mudança estrutural para o futuro

Um marco essencial deste percurso foi a criação de uma área interna de Melhoria Contínua, com uma equipa dedicada. Esta equipa vai assegurar que existe um espaço estruturado para mapear processos, alinhar indicadores e garantir que todos falam a mesma linguagem operacional não apenas na Carris Metropolitana, mas também de forma transversal a todas as áreas da TML. Na prática, isto significa que quando analisamos atrasos, planeamos auditorias ou discutimos dados de fiscalização, todos estão a trabalhar com critérios comuns, informação comparável e métodos consistentes.

Além do impacto operacional, esta área terá também um papel estratégico, ajudando a TML a definir prioridades, identificar oportunidades de eficiência e garantir que as decisões de gestão se apoiam em dados sólidos e processos bem estruturados. A melhoria contínua deixa assim de ser apenas uma ferramenta do dia a dia e passa a contribuir diretamente para a forma como a organização pensa o futuro.

Este passo acompanha aquilo que muitas organizações de referência já fazem: criar equipas dedicadas à melhoria contínua porque, para que esta filosofia se torne realmente parte da cultura, é preciso persistência, acompanhamento e método. A melhoria contínua não se instala sozinha precisa de alguém que a impulsione todos os dias, que ajude as equipas a aplicar as ferramentas, que garanta disciplina nos processos e que transforme boas práticas em hábitos.

É esta lógica de melhorar 1% todos os dias pequenos avanços constantes, sustentados e visíveis que, acumulada ao longo do tempo, gera mudanças profundas na forma como operamos e no serviço que entregamos ao público.

Em 2026, vamos expandir esta abordagem a mais departamentos, reforçando o compromisso com a eficiência, a transparência e a excelência no serviço público.

Acompanhe aqui o excerto do podcast Kaizen Institute, onde Rui Lopo, administrador da TML, faz um balanço da experiência.

navegante® mobile chega já em janeiro e permite validar viagens com o telemóvel

Em janeiro, os utilizadores de transporte público passam a poder validar viagens com o telemóvel através do navegante® mobile, o novo cartão digital.

Depois de uma fase de testes com utilizadores reais, iniciada em setembro de 2025, que teve uma receção muito positiva, o navegante® mobile é agora disponibilizado ao passageiro. A nova versão da App será disponibilizada nas stores iOS e Android durante os próximos dias.

Numa fase inicial, a nova funcionalidade estará disponível apenas para os utilizadores da Carris Metropolitana, os únicos operadores que, para já, dispõem da tecnologia necessária para aceitar validações por telemóvel. A previsão é que os restantes operadores entrem gradualmente durante o primeiro trimestre de 2026, à medida que forem asseguradas as condições técnicas.

O próximo ano ficará marcado por esta inovação há muito aguardada. O navegante® mobile representa uma mudança significativa na forma como os passageiros utilizam o transporte público, dispensando o cartão físico e simplificando a experiência de viagem.

navegante® Empresas entra em testes piloto

Paralelamente, a App navegante® empresas entra numa fase de testes piloto, reforçando a digitalização da gestão de passes no contexto empresarial.

A grande novidade a ser testada será o acesso ao passe sem necessidade de carregamento. Tratando-se de uma solução que funciona em pós-pago, dispensa a necessidade da ação de carregamento do passe, já que este fica automaticamente carregado no cartão digital, através de uma autorização concedida pela empresa.

Nesta fase piloto, duas empresas irão testar o navegante® mobile na validação dos passes dos seus trabalhadores, permitindo que utilizem o telemóvel para validar as viagens na Carris Metropolitana. O objetivo é avaliar o funcionamento da solução em ambiente

empresarial, tanto ao nível da experiência do utilizador como dos processos de gestão internos associados.

O navegante® Empresas foi desenvolvido para simplificar a gestão de passes e benefícios de mobilidade, oferecendo às organizações maior eficiência, menos processos físicos e uma experiência totalmente digital.

As Apps navegante como hubs de mobilidade

A evolução do navegante® mobile insere-se numa estratégia mais ampla de transformação digital das Apps navegante® e navegante® Empresas, que já funcionam como verdadeiros hubs de mobilidade para os utilizadores de transporte público.

Através da App navegante®, é possível atualmente, carregar o passe, consultar informação sobre títulos e serviços, ativar descontos para jovens e pedir o cartão navegante com entrega em casa.

Com esta nova fase, as Apps passam também a permitir a criação de uma conta My navegante, onde os utilizadores podem consultar e gerir os seus dados, rever consentimentos e ativar o cartão navegante® mobile, que possibilita a validação de viagens diretamente com o telemóvel.

Esta centralização de serviços reforça o papel das Apps navegante® como ponto único de acesso à mobilidade, simplificando processos, reduzindo a dependência de canais presenciais e oferecendo uma experiência digital integrada.

Ao longo de 2026, está prevista a expansão gradual da validação por telemóvel aos restantes operadores de transporte, possibilitando que a utilização digital se estenda a toda a área de abrangência do passe navegante® metropolitano.

Com o navegante® mobile a experiência de utilização do transporte público entra numa nova fase, mais simples, digital e alinhada com as necessidades dos utilizadores e das organizações.

Passe navegante® mantém preço em 2026 e Municípios e AML assumem novo ciclo de investimento em mobilidade

O preço do passe navegante® vai manter-se inalterado em 2026, pelo sétimo ano consecutivo, confirmando uma opção clara de política pública da Área Metropolitana de Lisboa, orientada para o reforço do transporte público e promoção de uma mobilidade mais sustentável.

A política de congelamento tarifário reflete um aumento consistente do investimento público. Os números traduzem essa mudança estrutural: em 2019 registavam-se cerca de 6 milhões de passes carregados; em 2024 o valor ultrapassou os 11 milhões, um crescimento de 75%. Em 2025, a procura já supera os anos anteriores (cerca de 12 milhões em 2025), demonstrando que o transporte público voltou a ocupar um lugar central nas escolhas de mobilidade da população. Hoje, as viagens realizadas com passe navegante® na área metropolitana de Lisboa (amL) representam cerca de 90% do total de viagens realizadas, seja por utilizadores frequentes como ocasionais.

A reforma foi profunda: antes do navegante existiam cerca de 8 mil tipologias de passes, com uma forte fragmentação territorial. Atualmente existem apenas duas modalidades — navegante® municipal e navegante® metropolitano — com cobertura total da área metropolitana de Lisboa, quando anteriormente o passe com maior abrangência geográfica servia apenas 30% do território sem cobrir todos os modos de transporte.

O financiamento dos passes navegante® resulta do Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART), em vigor entre 2019 e 2023, e, desde 2024, do Incentiva + TP que trouxe maior estabilidade e previsibilidade às autoridades de transporte, neste caso, à Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), permitindo planear investimento com uma visão plurianual. Esta previsibilidade é essencial para promover uma evolução mais consistente do sistema e reforçar a sua integração e sustentabilidade a médio e longo prazo.

Lançado em 2019, o navegante® nasce como um tarifário, mas afirma-se hoje como um instrumento central de política pública de mobilidade. Operado pela TML, é um ecossistema integrado que assegura intermodalidade, interoperabilidade e simplificação do acesso aos transportes em toda a amL, possibilitando o acesso a parques de estacionamento dissuasores, bicicletas partilhadas, eventos e outros serviços de mobilidade.

Para assinalar o congelamento do preço do navegante®, a TML lança hoje uma campanha informativa dirigida aos passageiros, destacando a manutenção do preço do passe navegante® e deixando um agradecimento público aos milhões de passageiros* que diariamente escolhem o transporte público para as suas deslocações.

O crescimento da procura, assume a TML, traz novos desafios. O sistema melhorou, mas transporta hoje muito mais pessoas, exigindo novos e mais ambiciosos investimentos. O compromisso é claro: continuar a reforçar a oferta, modernizar infraestruturas e material circulante e intervir nas linhas com excesso de procura, garantindo que o aumento de utilizadores se traduz em melhor serviço e não em sobrecarga.

Área Metropolitana de Lisboa, Transportes Metropolitanos de Lisboa, Municípios e Governo assumem, assim, que o navegante não é um ponto de chegada, mas uma política pública em permanente construção, central para a coesão territorial, a competitividade da região e a qualidade de vida de quem vive e trabalha na Área Metropolitana de Lisboa.

*560 milhões em 2024 e 435 milhões de janeiro a setembro de 2025. Números que refletem o contributo decisivo dos utilizadores, reconhecendo o seu papel ativo para a redução do congestionamento, das emissões e das desigualdades no acesso à mobilidade.