A TML inclui no seu Plano de Formação a temática específica relativa ao Regime Geral de Prevenção da Corrupção, dirigida aos respetivos dirigentes e trabalhadores, tendo elaborado um Programa de Formação Interna sobre a matéria de prevenção da corrupção, no qual está prevista a realização anualmente de várias sessões formativas, preferencialmente em formato e-learning, para que os dirigentes e trabalhadores(as) da empresa conheçam e compreendam as políticas e procedimentos de prevenção da corrupção e infrações conexas implementados.
Sem prejuízo de o programa formativo incluir um conteúdo mais genérico, de base, que inclui os instrumentos em vigor na TML, que compõem o Programa de Cumprimento Normativo, haverá também conteúdos específicos, tendo em conta o perfil hierárquico dos destinatários e as diferentes áreas funcionais dos departamentos integrantes da empresa, consoante a sua organização interna. Prevê-se ainda que a dinamização das sessões engobe uma parte teórica, que versa sobre as componentes comportamental e normativa, e uma parte prática, que inclui a componente de trabalho e reflexão em grupo.
O Programa instituído não prejudica a realização de outras formações, de caráter externo, sobre a temática de compliance para prevenção da corrupção, podendo ainda ser efetuadas periodicamente divulgações internas sobre estas temáticas para maior sensibilização dos(as) trabalhadores(as).
No dia 7 de julho, a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa recebeu na sua sede a delegação da UITP – União Internacional de Transportes Públicos, que está de visita a Lisboa para avaliar a sua capacidade para acolher o Congresso Mundial da UITP, um dos mais relevantes encontros internacionais dedicados ao transporte público e à mobilidade sustentável.
Lisboa está na short list, juntamente com Oslo e Budapeste, para ser a cidade anfitriã do UITP Summit 2029, um evento que reunirá entre 12.000 e 15.000 participantes de mais de 110 países, incluindo decisores políticos, autoridades de transporte, operadores, indústria, centros de investigação e especialistas de todo o mundo.
A candidatura da cidade Lisboa é o resultado de uma parceria da Carris com a Câmara de Lisboa, a TML e o Metropolitano de Lisboa, unidos no desejo de reforçar o posicionamento internacional da Área Metropolitana de Lisboa enquanto referência em mobilidade integrada, inovação e desenvolvimento sustentável.
Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML, e Ana Teresa Vicente, vice-presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa e presidente da Câmara de Palmela, deram as boas-vindas à comitiva composta por seis representantes (três de âmbito estratégico e três de âmbito operacional), no início de uma sessão de apresentação do trabalho da TML. “Acolheremos de braços abertos este evento”, garantiram. No âmbito desta visita, a TML organizou um programa que pretende evidenciar não apenas a excelência da cidade de Lisboa, mas também a dimensão metropolitana da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa. Lisboa apresenta-se não apenas como cidade anfitriã, mas como uma metrópole em transformação, capaz de demonstrar o que a mobilidade do futuro pode ser.
Ontem, dia 28 de julho, nas instalações da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, apresentámos a plataforma GO, uma tecnologia desenvolvida internamente pela TML para apoiar o planeamento, a gestão operacional e a monitorização dos transportes públicos.
Assente nos princípios da transparência, colaboração e interoperabilidade, o GO permite às autoridades de transporte e aos operadores gerir a operação de forma mais eficiente, integrada e orientada por dados. Entre as suas funcionalidades estão o planeamento da oferta, a monitorização da operação em tempo real, a avaliação de indicadores de desempenho e a gestão integrada da informação da rede.
Mais do que uma plataforma de gestão, o GO criou uma base tecnológica comum para toda a rede de transportes da área metropolitana de Lisboa. É esta infraestrutura que torna possível à aplicação navegante® disponibilizar informação em tempo real de todos os operadores da região, proporcionando uma experiência mais simples, integrada e fiável para quem utiliza os transportes públicos.
O evento GO Live | Por Trás de uma Mobilidade Integrada reuniu representantes do Governo, da Área Metropolitana de Lisboa, dos municípios, operadores de transporte e diversas entidades do setor para conhecer esta solução e refletir sobre o futuro da mobilidade.
Este é apenas o primeiro passo. A TML pretende disponibilizar esta tecnologia a outras autoridades e operadores de transporte, promovendo a partilha de conhecimento e contribuindo para uma mobilidade pública cada vez mais eficiente, conectada e sustentável em Portugal.
Nova infraestrutura permitirá estacionar bicicletas pessoais em segurança nas interfaces de transportes da Área Metropolitana de Lisboa, promovendo a intermodalidade entre bicicleta e transporte público.
A TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa lançou hoje o Concurso Público n.º CPI02/2026 para a criação da Rede de Bicicletários navegante®, um projeto que prevê a instalação de 57 parques seguros para bicicletas em interfaces de transporte da Área Metropolitana de Lisboa (AML), promovendo a articulação entre a bicicleta e o transporte público.
O concurso contempla o fornecimento, instalação, parametrização e manutenção dos bicicletários, bem como o desenvolvimento do sistema de controlo de acessos e monitorização da rede. O investimento tem um preço base de 1,36 milhões de euros.
Os Bicicletários navegante® serão estruturas modulares de acesso condicionado, concebidas para que os utilizadores possam estacionar a sua bicicleta pessoal em segurança e prosseguir a viagem em transporte público. O sistema terá regras de utilização uniformes em toda a Área Metropolitana de Lisboa e permitirá que os clientes com passe navegante® válido utilizem o serviço gratuitamente.
A nova rede pretende responder a uma das principais barreiras à utilização quotidiana da bicicleta: a disponibilidade de estacionamento seguro nas interfaces de transporte.
Ao criar estas infraestruturas, a TML pretende incentivar cadeias de viagem que combinem bicicleta e transporte público, contribuindo para reduzir a dependência do automóvel nas deslocações diárias.
Além de reforçar a intermodalidade, o projeto permitirá alargar significativamente a área de influência das interfaces de transporte. Enquanto as deslocações pedonais cobrem, em média, um raio de cerca de 1,5 quilómetros, a utilização da bicicleta permite estender esse alcance para entre cinco e oito quilómetros, aumentando o número de pessoas com acesso cómodo ao transporte público.
A rede será distribuída pelos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, assegurando que todos os concelhos disponham, pelo menos, de um bicicletário. Nesta primeira fase serão instaladas 57 infraestruturas: 15 em Lisboa, seis em Sintra, cinco em Cascais, cinco em Oeiras, quatro em Odivelas, três em Almada, duas na Amadora, Barreiro, Mafra, Moita, Palmela, Seixal e Vila Franca de Xira, e uma em Alcochete, Loures, Montijo, Sesimbra e Setúbal.
A seleção das localizações resultou de uma avaliação das 263 interfaces identificadas no Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS), tendo sido considerados critérios como a proximidade à rede ciclável existente e prevista, a procura de cada interface e a oferta de transporte público. A definição final dos locais foi realizada em articulação com os municípios e com a Infraestruturas de Portugal (IP), parceiros da iniciativa.
A Rede de Bicicletários navegante® complementa os sistemas de bicicletas públicas já existentes na região. Enquanto esses sistemas se destinam sobretudo a utilizadores sem bicicleta própria, a nova rede responde às necessidades de quem pretende utilizar a sua bicicleta nas deslocações diárias, combinando-a com o transporte público. A integração com o passe navegante® permitirá, no futuro, facilitar cadeias de mobilidade cada vez mais simples e sustentáveis.
O projeto integra as medidas previstas no Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa para reforçar a utilização dos modos ativos e do transporte público e contribuir para uma mobilidade mais sustentável na região.
O investimento será assegurado pela TML, em parceria com a Infraestruturas de Portugal e os municípios envolvidos, estando igualmente prevista a candidatura do projeto a financiamento através do Portugal 2030.