Programa de Formação Interna

A TML inclui no seu Plano de Formação a temática específica relativa ao Regime Geral de Prevenção da Corrupção, dirigida aos respetivos dirigentes e trabalhadores, tendo elaborado um Programa de Formação Interna sobre a matéria de prevenção da corrupção, no qual está prevista a realização anualmente de várias sessões formativas, preferencialmente em formato e-learning, para que os dirigentes e trabalhadores(as) da empresa conheçam e compreendam as políticas e procedimentos de prevenção da corrupção e infrações conexas implementados.

Sem prejuízo de o programa formativo incluir um conteúdo mais genérico, de base, que inclui os instrumentos em vigor na TML, que compõem o Programa de Cumprimento Normativo, haverá também conteúdos específicos, tendo em conta o perfil hierárquico dos destinatários e as diferentes áreas funcionais dos departamentos integrantes da empresa, consoante a sua organização interna. Prevê-se ainda que a dinamização das sessões engobe uma parte teórica, que versa sobre as componentes comportamental e normativa, e uma parte prática, que inclui a componente de trabalho e reflexão em grupo. 

O Programa instituído não prejudica a realização de outras formações, de caráter externo, sobre a temática de compliance para prevenção da corrupção, podendo ainda ser efetuadas periodicamente divulgações internas sobre estas temáticas para maior sensibilização dos(as) trabalhadores(as).

Noticias da TML

A convite da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos, Carlos Humberto de Carvalho, Presidente do Conselho de Administração da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, partilhou, no Conexão ANPTrilhos 2026, a experiência de criação e desenvolvimento do projeto TML e o caminho que tem vindo a ser construído na área metropolitana de Lisboa.

Com o propósito de debater o transporte de passageiros sobre trilhos no Brasil, o Conexão ANPTrilhos 2026 reuniu, no passado dia 26 de agosto, em Brasília, representantes do governo federal, de estados, de operadoras, nacionais e internacionais. Entre estes, destacamos a presença Carlos Humberto de Carvalho, que fez uma intervenção sob o tema “Do operador ao sistema: como Lisboa estruturou uma mobilidade metropolitana integrada”, onde apresentou a experiência da TML na transformação da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa.

“Promovemos uma verdadeira revolução”

Foi com estas palavras que o Presidente da TML resumiu os efeitos desta transformação. Uma transformação que passou pela integração tarifária com a criação do passe e do sistema navegante®, que criou uma lógica comum de mobilidade entre os 18 municípios da região e que reduziu drasticamente o custo mensal das viagens. “Antes, os passageiros gastavam uma média de 150€ mensais nas suas deslocações entre a área metropolitana de Lisboa. Agora pagam um valor máximo de 40€”, esclareceu Carlos Humberto.

Mas a revolução foi sentida ainda na operação rodoviária com a criação da Carris Metropolitana, que veio unificar e reorganizar a operação em 15 municípios da Área Metropolitana de Lisboa. “Em 2025, a Carris Metropolitana transportou 194 milhões de passageiros, registando um aumento de 11,5% em relação ao ano anterior”, exemplificou o presidente.

“Integração foi o começo. Transformação é o destino.”

Se a integração foi o princípio de tudo na construção de um conceito de “mobilidade para todos”, agora a palavra de ordem para a TML é a transformação Na sua intervenção, Carlos Humberto de Carvalho falou ainda do caminho que a TML está a fazer na área do planeamento, inovação e da tecnologia, com o desenvolvimento de novas soluções para tornar o sistema de mobilidade cada vez mais acessível, interligado e desmaterializado, desde a digitalização dos serviços e da relação com o passageiro, à disponibilização de informação em tempo real e à integração tecnológica de diferentes operadores e serviços.

“Transmitir experiência e aprender”

Já numa conversa mediada por Guilherme Ramalho, CEO do MetrôRio, Carlos Humberto de Carvalho foi convidado a falar sobre como a área metropolitana da capital portuguesa saiu de um sistema fragmentado, com mais de 7 mil tipos de bilhete, para uma tarifação única, simples e integrada em todo o território, e as implicações no modelo de financiamento deste sistema.

Mas a troca de experiências entre os dois países não se ficou pelas conclusões desta conversa no Conexão. Dois dias antes, em visita técnica à Empresa Pública de Transportes de Maricá (EPT), a comitiva da TML, representada por Carlos Humberto de Carvalho, Pedro Pinto de Jesus, vogal executivo do Conselho de Administração, e Sérgio Pinheiro, diretor de Planeamento, já havia tido uma frutífera troca de experiências sobre mobilidade urbana, transporte público e o modelo Tarifa Zero desenvolvido em Maricá, no Rio de Janeiro.
No dia seguinte ao evento, os representantes da TML estiveram ainda em Goiânia onde foram conhecer o sistema de controle e prioridade semafórica implantado nos corredores de BRT desta cidade.

Primeiro lugar entre os projetos “urban management and public space” e quinto na votação global, o Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável da área metropolitana de Lisboa (PMMUS) teve um ótimo desempenho nos prémios promovidos pelo Observatório Internacional da Democracia Participativa (OIDP).

Eleito entre 188 iniciativas como um dos 40 finalistas, o PMMUS esteve a votação pública nos prémios OIDP nos últimos meses e foram conhecidos agora os resultados.

Foi assim com enorme satisfação que a TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, que conduziu este plano em articulação com os 18 municípios da área metropolitana de Lisboa e com o apoio da W2Go, recebeu a notícia da atribuição dos referidos prémios, que distinguem práticas de participação cidadã promovidas à escala local e regional.

Recorde-se que, a nível nacional, o PMMUS já havia sido reconhecido no final de 2025 como plano de referência para políticas de mobilidade na área metropolitana de Lisboa.

A TML – Transporte Metropolitanos de Lisboa, E.M.T , S.A.  (“TML”) pretende adquirir terrenos com as seguintes características genéricas:

  • Inserção da parcela em área compatível com usos logísticos, industriais ou de serviços, sem restrições ambientais críticas e com reduzido risco de inundação ou outros riscos climáticos;
  • Acessos diretos ou próximos a vias estruturantes (autoestradas, IC, EN principais); 
  • Condições adequadas de circulação para veículos pesados (autocarros), assim como distanciamento adequado a usos sensíveis (habitação, equipamentos); 
  • Área mínima da parcela: 20.000 m²;
  • Índices urbanísticos adequados à instalação de infraestruturas operacionais:
    • Capacidade de implementação edifício industrial de: 1.500 a 3.000 m²;
    • Capacidade de implementação de edifício de escritórios e apoio de: 200 a 700 m²;
  • Geometria regular e topografia favorável (declives reduzidos);
  • Disponibilidade ou proximidade de redes de energia, água e saneamento.

Os imóveis a adquirir devem situar-se, preferencialmente, nas seguintes localizações:

  • Portela de Sintra, Município de Sintra
  • Queluz, Município de Sintra
  • Brandoa, Município de Amadora
  • Santo António dos Cavaleiros, Município de Loures
  • Olival Basto, Município de Odivelas
  • Arrentela, Município do Seixal
  • Sarilhos Grandes, Município da Moita
  • Setúbal, Município de Setúbal
     

A TML poderá considerar, em alternativa, localizações distintas, nos mesmos Municípios, quando as características dos imóveis se revelem adequadas.
 
Pretende receber dos interessados, até ao próximo dia 30 de setembro de 2026, manifestações de interesse de venda de imóveis nas condições e localizações supracitadas. Os contactos devem ser remetidos para info@tmlmobilidade.pt, juntamente com a seguinte informação:

  • Planta com localização exata, limites do terreno, dimensão e condições urbanísticas;
  • Compatibilidade da parcela com instrumentos de gestão do território (PDM, etc.);
  • Breve descrição das condições geotécnicas e topográficas;
  • Preço,

As manifestações de interesse têm natureza preliminar e não vinculativa, não conferindo qualquer direito à seleção do imóvel. A TML reserva-se a faculdade de, em função das suas necessidades e das informações recebidas, promover os contactos que considere adequados com os interessados. A eventual aquisição de qualquer imóvel será objeto de decisão posterior da TML e ficará sujeita às autorizações e demais formalidades aplicáveis, bem como à celebração dos correspondentes instrumentos contratuais